Uma obscura nuvem negra abate se sobre a Câmara de Vereadores de Itapetinga, sem ter fim quando serão esparsas. A tempestade persiste na medida em que o núcleo operacional do Legislativo itapetinguense se une em torno dos devaneios irregulares no Parlamento.
Sobre a sombra de um laranjal, em meio a contratos sufocantes para o cofre do legislativo. Hoje, resta pouco elogios à gestão da atual presidente Naara Duarte (DEM), e os seus aliados da Mesa Diretora. Que vem contratando empresas desnecessárias para funcionalidade da Câmara, sufocando as finanças do Poder Legislativo em gastos inexplicáveis.
Entre os contratos, está R$ 76 mil reais. Os motivos e as suspeitas para contratação da empresa, que se trata de uma firma de consultoria, seu papel é avaliar os contratos de licitação, se serão de risco ou não. As suspeitas? É que antes essas licitações eram feitas por funcionários efetivos da Câmara, e que jamais foram questionados pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A incredibilidade que paira sobra a Câmara de Itapetinga, quando se fala em gestão publica legislativa, faz recorda as palavras expressas da escritora russa Ayn Rand, em seu livro “A Revolta de Atlas”. “É por causa do dinheiro que as pessoas agem ou deixam de agir e se utilizam dos subterfúgios os mais variados e condenáveis, inclusive relativizando a ética, como se fosse possível.”
Sentados ao lado da presidente da Câmara de Itapetinga, Naara Duarte (DEM) estão os membros que compõem a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Itapetinga: vice-presidente: Alberto Barbosa Santos (Sargento Alberto), 1º Secretário: Nailton Negreiro/PRB; 2º Secretário: Anderson Alves Cruz/DEM (Anderson da Nova) e 3º Secretário: João de Deus/MDB, todos comprometidos com as façanhas da presidenta da Câmara em afogar o Poder Legislativo em laranjal e contratos duvidosos e altamente nocivos ao erário público.
Como se não bastasse o laranjal explicito, com indicação de assessores laranja com finalidade para a prática da ‘rachadinha’, que consiste em vereadores reterem parte dos salários de seus assessores parlamentares. A Câmara vive sobre uma sombra de dúvidas que não permitem um único fleche de luz sobre o Parlamento.
Uma obscura nuvem negra abate se sobre a Câmara de Vereadores de Itapetinga, sem ter fim quando serão esparsas. A tempestade persiste na medida em que o núcleo operacional do Legislativo itapetinguense se une em torno dos devaneios irregulares no Parlamento.
Sobre a sombra de um laranjal, em meio a contratos sufocantes para o cofre do legislativo. Hoje, resta pouco elogios à gestão da atual presidente Naara Duarte (DEM), e os seus aliados da Mesa Diretora. Que vem contratando empresas desnecessárias para funcionalidade da Câmara, sufocando as finanças do Poder Legislativo em gastos inexplicáveis.
Entre os contratos, está R$ 76 mil reais. Os motivos e as suspeitas para contratação da empresa, que se trata de uma firma de consultoria, seu papel é avaliar os contratos de licitação, se serão de risco ou não. As suspeitas? É que antes essas licitações eram feitas por funcionários efetivos da Câmara, e que jamais foram questionados pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
A incredibilidade que paira sobra a Câmara de Itapetinga, quando se fala em gestão publica legislativa, faz recorda as palavras expressas da escritora russa Ayn Rand, em seu livro “A Revolta de Atlas”. “É por causa do dinheiro que as pessoas agem ou deixam de agir e se utilizam dos subterfúgios os mais variados e condenáveis, inclusive relativizando a ética, como se fosse possível.”
Sentados ao lado da presidente da Câmara de Itapetinga, Naara Duarte (DEM) estão os membros que compõem a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Itapetinga: vice-presidente: Alberto Barbosa Santos (Sargento Alberto), 1º Secretário: Nailton Negreiro/PRB; 2º Secretário: Anderson Alves Cruz/DEM (Anderson da Nova) e 3º Secretário: João de Deus/MDB, todos comprometidos com as façanhas da presidenta da Câmara em afogar o Poder Legislativo em laranjal e contratos duvidosos e altamente nocivos ao erário público.
Como se não bastasse o laranjal explicito, com indicação de assessores laranja com finalidade para a prática da ‘rachadinha’, que consiste em vereadores reterem parte dos salários de seus assessores parlamentares. A Câmara vive sobre uma sombra de dúvidas que não permitem um único fleche de luz sobre o Parlamento.





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