Segundo informações, a ex-sinaleira, Cleomar Marques, fez o requerimento três vezes no último ano, mas todos foram negados. Em um deles exatamente porque a mulher não poderia assinar os papéis.
“Uma servidora puxou os papéis e perguntou: ‘quem vai assinar? Você assina?’. Eu disse que não podia assinar, mas sim a minha filha ou minha mãe. A mulher então olhou e disse: ‘ah, então não vale’. Daí ela pegou, rasurou o papel e jogou fora”, afirma Cleomar.
Por conta da difícil condição, Cleomar alega que precisa do auxílio do INSS, pois não consegue trabalhar.
A filha também não consegue procurar emprego, pois fica em casa para ajudar na alimentação e higiene, por exemplo.
- Atualmente, as duas dependem de doações para sobreviver.





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